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terça-feira, 28 de abril de 2015

Helenilson Pontes faria inveja a Goebbels

Joseph Goebbels, arquiteto da comunicação nazista, dizia que uma mentira dita mil vezes acabava virando uma verdade.

Tal qual seu professor, que era um exímio manipulador da realidade e braço direito do sanguinário ditador totalitário Adolph Hitler, o secretário de estado de educação do Pará, Helenilson Pontes (PSD), tenta fazer crer que os educadores do Pará são muito bem remunerados.

Nada mais falso!
Nem a população e tampouco os educadores paraenses comemos caroço de pupunha. O dito popular diz que quem o come fica rude.

Pelo contrário: estamos vivos e vacinados contra as traquinagens e cinismo que emana do governo Simão Jatene (PSDB-PSC).

O vídeo abaixo é mais uma prova disso! Educador é meu amigo, mexeu com ele, mexeu comigo!

Fora Helenilson!

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

PT apoia "patrões" em 7 dos 10 Estados em que não lançou candidato próprio

por Vinicius Segalla, para o UOL

Em sete dos dez Estados em que o PT (Partido dos Trabalhadores) não encabeça a candidatura ao cargo de governador, o partido apoia candidatos representantes da classe empresarial brasileira.

O partido, fundado em 1980, tem sua origem atrelada ao movimento sindical e a grupos intelectuais de esquerda, e costuma se colocar nas eleições em que participa como representante da classe trabalhadora, em disputa pelo poder contra a classe patronal e a elite econômica brasileira.

Apesar disso, sete dos dez candidatos a governador das coligações integradas pelo PT são políticos representantes de entidades ligadas ao agronegócio, sindicatos patronais ou instituições representantes do empresariado nacional.

Uma das exceções é o Estado de Sergipe. Lá, o PT apoia o candidato do PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileira), Jackson Barreto, servidor da Receita Federal, ex-militante clandestino do PCB (Partido Comunista Brasileiro) e atual governador do Estado. Barreto era vice-governador de Marcelo Déda (PT), que morreu no ano passado.

Já no Estado do Amapá, quem recebe o apoio do PT é o atual governador e candidato à reeleição, Camilo Capiberibe (PSB), membro de um partido que não faz parte da coligação que apoia a candidatura presidencial de Dilma Rousseff.

O pessebista vem de uma família de classe média. Seus pais eram militantes de esquerda e mudaram para o Chile durante a ditadura militar brasileira (1964-1990). Por causa disso, [Camilo]* Capiberibe nasceu no país vizinho, mas cresceu no Brasil, onde deu início à sua carreira política no já movimento estudantil.

Finalmente, no Estado da Paraíba, o PT apoia Ricardo Coutinho (PSB), filho de um agricultor e de uma costureira, formado em Farmácia, funcionário público de carreira da UFPB (Universidade Federal da Paraíba) e ex-dirigente da CUT (Central Única dos Trabalhadores).

O UOL procurou a assessoria do PT e de seu presidente nacional, Rui Falcão, para comentar as coligações do partido nas eleições estaduais, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.

Sob a condição de anonimato, porém, membros do partido afirmam que não é escolha do PT os nomes dos candidatos que encabeçam as candidaturas das coligações de que faz parte, e que é inerente ao sistema eleitoral brasileiro compor alianças regionais que viabilizem acordos nacionais.

Todos os candidatos da elite econômica brasileira apoiados pelo PT pertencem ao PMDB, PTB (Partido Trabalhista Brasileiro) ou PSD (Partido Social Democrata), siglas que apoiam a reeleição de Dilma Rousseff (PT) à presidência da República.

Veja, abaixo, quem são os candidatos da elite apoiados pelo PT nos Estados em que o partido não lançou candidatura própria.

Pará: Helder Barbalho (PMDB)

Helder Barbalho/PMDB (fazendo o 'V' da "vergonha na cara"), Ana Júlia Carepa/PT, Giovanni Queiroz/PDT (dep. fed. e latifundiário), Paulo Rocha/PT de braços abertos para o mensalão e de costas para a Lei da Ficha Limpa, que suspendeu sua candidatura ao Senado.
Herdeiro de um grupo de comunicação que reúne oito emissoras de rádio, quatro retransmissoras de televisão e um jornal diário, Helder Barbalho, filho do senador Jader Barbalho (PMDB-PA), tem 35 anos e um patrimônio declarado de R$ 2,34 milhões. A maior parte de suas posses correspondem a participações acionárias em dez empresas de sua família.

Com o apoio do grupo político comandado por seu pai, Helder Barbalho foi eleito prefeito de Ananindeua (região metropolitana de Belém) em 2004 quando tinha apenas 25 anos, tornando-se, segundo ele mesmo afirma, o prefeito mais jovem da história do Estado.

Em 2006 e 2010, o PT lançou candidatura própria no Estado do Pará, da bancária do Banco do Brasil Ana Júlia Carepa, que iniciou sua carreira no movimento estudantil e era ligada a grupos de defesa dos direitos das mulheres. Neste ano, o partido decidiu apoiar Helder Barbalho dentro de um arranjo que garantiu a manutenção da aliança nacional com o PMDB.

Pernambuco: Armando Monteiro (PTB)


Divulgação

Nascido em 24 de fevereiro de 1952, Armando Monteiro Neto é formado em administração e direito. Pertencente a uma família de industriais, dona de siderúrgicas e usinas de álcool e açúcar, começou a vida pública em 1986, no Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Pernambuco. Foi diretor e depois presidente da entidade até 1992, quando assumiu a presidência da Fiepe (Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco), cargo que ocupou por quatro mandatos consecutivos. Depois, entre 2002 e 2010, foi presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria).
Ingressou na vida político-partidária em 1990, quando se filiou ao PSDB. Ficou no partido até 1997, quando mudou para o PMDB. Em 2003, filou-se ao PTB, onde permanece até hoje. Foi deputado federal por Pernambuco por três legislaturas (1999-2011).

Em 2010, candidatou-se e foi eleito senador de Pernambuco pelo PTB.

Alagoas: Renan Filho (PMDB)


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Nascido em 8 de outubro de 1979, Renan Filho pertence a uma tradicional família política de Alagoas. Seu pai é o senador Renan Calheiros (PMDB/AL), que ocupa cargos públicos desde 1978 e atualmente é presidente do Senado. Em 2007, Calheiros renunciou ao mandato para evitar uma cassação em virtude de denúncias de corrupção.

Sócio de quatro empresas de comunicação no Estado (segundo sua declaração de bens à Justiça eleitoral), o peemedebista Renan Filho foi eleito prefeito do município de Mucuri em 2004, quando tinha apenas 24 anos. Foi reeleito para o cargo em 2008, mas abandou o posto em 2011, quando assumiu uma cadeira na Câmara dos Deputados, após ser eleito em 2010.

Também em Alagoas, nas eleições para o Senado, o PT compõe a chapa que apoia o ex-presidente Fernando Collor de Mello (PTB).

Amazonas: Eduardo Braga (PMDB)

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Dono de uma fortuna declarada de R$ 27,3 milhões, o peemedebista é proprietário de uma rede de concessionárias e assumiu seu primeiro cargo público em 1982, após ter sido eleitor vereador de Manaus pelo PDS (Partido Democrata Social, hoje chamado PP, Partido Progressista), partido que apoiava o regime militar brasileiro e era originário da Arena (Aliança Renovadora Nacional).

O empresário, que também investe no agronegócio (letras de crédito e cabeças de gado), já passou por seis partidos políticos. Além de vereador pelo PDS, foi deputado estadual pelo PMDB (1987-1991) e federal pelo PDC (1991-1992). Foi vice-prefeito e prefeito da capital amazonense pelo PDC (1993-1996) e governou o Amazonas duas vezes, pelo PPS (2003-2007) e pelo PMDB (2007-2011). Já teve passagens pelo PSL  e pelo PPL. Atualmente, é senador pelo PMDB.

O candidato tem contra si um inquérito no STF (Supremo Tribunal Federal) por crime eleitoral e mais dez processos no Tribunal de Justiça do Amazonas, sendo quatro deles por suspeita de improbidade administrativa.

Tocantins: Marcelo Miranda (PMDB)

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Nascido em Goiânia em 10 de outubro de 1961, Miranda é membro de uma tradicional família de políticos e agropecuaristas de Goiás e Tocantins. Estrou na política em 1990, quando foi eleito deputado pelo PFL (Partido da Frente Liberal, atuam DEM, Democratas) para ocupar um cargo na Assembleia Legislativa goiana. Foi reeleito ao cargo mais duas vezes.

Em 2002, ainda no PFL, foi eleito governador do Tocantins, sendo reeleito em 2006, já pelo PMDB. Em 2009, porém, teve seu mandato cassado por unanimidade pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que apontou os crimes de abuso do poder, compra de votos e uso indevido dos meios de comunicação social nas Eleições de 2006.

Em 2010, foi eleito senador, mas foi impedido pela Justiça de assumir o mandato por entender que ele se encontra inelegível em virtude da condenação de 2009. Além do processo em que foi cassado do governo, Miranda figura em mais de 500 processos nas diversas esferas e tribunais do Poder Judiciário.

Para o Senado, representando o povo de Tocantins, o PT apoia a reeleição da líder da bancada ruralista, Kátia Abreu (PMDB).

Maranhão: Lobão Filho (PMDB)

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Nascido em 17 de setembro de 1964, o empresário peemedebista é um dos donos do Sistema Difusora de Comunicação, emissora de TV afiliada do SBT no Estado do Maranhão e também de uma rede de distribuidora de bebidas. Antes de filiar-se ao PMDB (2010), foi membro do PFL (depois renomeado para Democratas) por oito anos, desde 2002.

Seu patrimônio declarado à Justiça eleitoral neste ano é de R$ 9.881.256,03, valor 284% maior do que o que foi declarado em 2010 (R$ 2.570.010,32), quando se elegeu suplente de senador.

É filho e herdeiro político do senador e atual ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, eleito deputado federal pela Arena em 1978 e pelo PDS em 1982. De 1991 a 1994, foi governador do Maranhão pelo PFL. Passou a integrar a base aliada do governo em 2007, quando ingressou no PMDB. Em janeiro do ano seguinte, foi nomeado ministro das Minas e Energia pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Rio Grande do Norte: Robinson Faria (PSD)

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Nascido em 12 de abril de 1959, é membro de uma família proprietária de usinas de sal no Estado do Rio Grande do Norte. Deu início à sua carreira política em 1986, quando foi eleito deputado estadual pelo PFL (atual Democratas). Depois disso, cumpriu mais cinco mandatos na casa legislativa potiguar.

Em 2010, foi eleito vice-governador de seu Estado na chapa da governadora Rosalba Ciarlini (DEM). Em 2011, porém, rompeu com o governo e passou a integrar o bloco de oposição a Rosalba. No mesmo ano, deixou seu então partido, o PMN (Partido da Mobilização Nacional), para filiar-se e ajudar a fundar o PSD no Rio Grande do Norte.

Antes de se dedicar à política, Robinson Faria trabalhava nas empresas do pai, o industrial Osmundo Faria. Juntos, em 1970, eles deram início às atividades da salina Amarra Negra, então a maior do Brasil. Em 1974, Osmundo tinha o apoio do então ministro do Exército, general Dale Coutinho, para assumir o cargo de governador do Rio Grande do Norte em 1975. O general, no entanto, morreu meses após manifestar seu apoio ao industrial. No ano seguinte, então, o governo militar optou por designar Tarcísio Maia, pai do senador Agripino Maia (DEM), para o cargo.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Wlad aprendeu bem com seu mestre Jader Barbalho: é o maior gazeteiro do Congresso

A atual legislatura nem acabou e as excelências já conseguiram quebrar uma marca do período anterior: entre fevereiro de 2011 e julho passado, foram 6.063 ausências sem justificativa nas sessões plenárias da Câmara, 14% a mais do que as computadas de 2007 a 2010

por Naira Trindade, para o Congresso em Foco

Wladimir Costa (D) é o deputado mais ausente desde 2007
Criticados por institucionalizar a gazeta na Câmara em 2014, com os feriados prolongados, a produtividade próxima do zero durante a Copa do Mundo e o recesso branco nos meses de campanha, os deputados também aumentaram o número de faltas sem justificativa em sessões ordinárias e extraordinárias. A seis meses do fim da 54ª Legislatura, que começou com a posse dos parlamentares em 2011, já foram registradas 726 ausências a mais do que nos quatros anos do período anterior. De 1° de fevereiro de 2011 até 31 de julho deste ano, foram 6.063 faltas não justificadas, contra as 5.337 computadas em toda a legislatura passada.

O número da gazeta na legislatura presidida primeiramente por Marco Maia (PT-RS) e depois por Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) já é 14% maior do que a anterior. Na contramão, o percentual de dias de sessões deliberativas está 14% menor. Levantamento do Correio mostra que os congressistas tiveram 422 dias de sessões, de 2007 a 2010, contra 360 de 2011 a 31 de julho deste ano. A defasagem é de 62 dias de atividades no plenário. Em ritmo mais lento devido às eleições, a expectativa é de que os congressistas se reúnam apenas 24 dias para apreciar projetos nos cinco meses que antecedem o fim do mandato. Além da Copa do Mundo, a das Confederações, em 2013, também interferiu na redução do expediente do Congresso.

Líder do ranking de faltosos por duas legislaturas seguidas, o deputado Wladimir Costa (PSD-PA) deixou de comparecer às sessões por 160 dias desde 2011, quando assumiu o terceiro mandato consecutivo na Câmara. Se levado em consideração o número máximo de 12 sessões por mês, o deputado teria faltado a 13 meses de atividades no plenário. Em 79 ocasiões, a Câmara abonou as faltas, aceitando as justificativas apresentadas. Em casos de abono, não é descontado nenhum valor do salário. As outras 81 faltas, porém, permanecem sem explicação, como consta no Portal da Transparência da Câmara. 

De 2007 a 2010, o deputado faltou 106 vezes sem razão justificada, e outras 24 com motivos abonados. Nas duas legislaturas, Wladimir Costa deixou de comparecer a 290 dias de sessões deliberativas — quando são apreciadas matérias. 


O deputado paraense também não compareceu à Câmara no esforço concentrado da semana passada. Essas faltas, porém, nem foram abordadas no levantamento. A assessoria de imprensa dele alegou que o deputado tinha “assuntos a tratar” no Pará, onde faz campanha para tentar se reeleger. Em relação às faltas anteriores, a assessoria informou que devem ter relação com a cirurgia na coluna à qual o parlamentar se submeteu em 2010, mas não foram apresentados atestados médicos. 

A Câmara estabelece uma série de situações para abonar as faltas: ausências por problemas de saúde, missão oficial no país ou no exterior, atendimento de obrigação político-partidária, licença-maternidade, licença-paternidade, acidente e falecimento de pessoa da família até o segundo grau civil. 

 O segundo mais faltoso desta legislatura é Sandro Mabel (PMDB-GO). Dos 360 dias de sessões, o parlamentar deixou de comparecer a 126 — 56 com razões justificadas à Casa e 70 sem motivo. No quarto mandato, Sandro Mabel contestou o número registrado no Portal da Transparência da Câmara. Depois, justificou que poderiam ser faltas contabilizadas nas sessões de quinta-feira, quando alegou deixar Brasília pela manhã para cumprir compromissos em Goiás. 

“Contato com o povo”
Terceiro na lista, Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) deixou de comparecer a 91 dias de sessões. Das ausências, 34 foram justificadas, contra 57 sem razão publicada no site da Câmara. “Quando há reuniões que não tenho afinidade, fico no estado, onde tenho contato com o povo”, explicou Andrada. “Este é um ano de eleições, e o deputado tem a obrigação de ter contato com o povo. O homem público, neste momento, tem mais compromisso com a eleição do que com a vida parlamentar porque a eleição vai definir o destino do Brasil”, defendeu o parlamentar, que estava em Minas Gerais durante o esforço concentrado. 

Quarto no ranking de mais faltosos (veja arte), o deputado José Priante (PMDB-PA) alegou, por meio de assessoria de imprensa, não entender por que havia ausências registradas no Portal da Transparência da Câmara, pois ele teria uma legislatura “muito ativa”. 
Os congressistas Zé Vieira (Pros-MA), Odílio Balbinotti (PMDB-PR) e Dalva Figueiredo (PT-AP), também citados na lista, não retornaram às ligações da reportagem. Já os ex-deputados Clóvis Fecury e (DEM-MA) e Suely Santana (PR-RJ) não foram localizados. 

Acúmulos sucessivos 
O número de faltas dos deputados em sessões é diferente do número de dias de atividades deliberativas no plenário. Em um único dia, pode haver mais de uma sessão, a ordinária e a extraordinária. Se o deputado falta a um dia de trabalho, logo, pode acumular duas faltas. De 2007 a 2010, a Câmara marcou 37.615 ausências de congressistas em sessões. Delas, 32.278 receberam justificativas, enquanto 5.337 não tiveram as desculpas aceitas. Nesse período, 640 parlamentares passaram pela Casa. O número é alterado por causa dos suplentes. Já na atual legislatura, a Câmara computou 31.779 ausências totais. Dessas, 25.732 foram abonadas. As outras 6.063 não foram justificadas. De 2011 até julho deste ano, 669 deputados participaram, em algum momento, das atividades da Casa.

“Este é um ano de eleições. O homem público, neste momento, tem mais compromisso com a eleição do que com a vida parlamentar”
Bonifácio de Andrada, deputado do PSDB-MG

Punição só no papel

O artigo 55 da Constituição estabelece que o parlamentar que faltar a mais de um terço das sessões ordinárias fica passível de perder o mandato. Na prática, porém, esse dispositivo só foi aplicado de maneira rigorosa em duas ocasiões, ambas em 1989, quando os deputados Felipe Cheidde, de São Paulo, e Mário Bouchardet, de Minas Gerais, foram cassados por faltas. Depois disso, o expediente de encontrar justificativas para as ausências tem garantido aos parlamentares a manutenção dos seus mandatos.