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quarta-feira, 29 de abril de 2015
Total solidariedade aos professores do Paraná - Basta de repressão
Os professores do Paraná tem sido um exemplo nacional de luta e resistência contra o ajuste fiscal e arrocho salarial do governo Dilma (PT/PMDB), governadores e prefeitos. Em fevereiro, a greve impôs uma primeira derrota ao "pacotaço" do governo Richa (PSDB), que pretendia retirar direitos da categoria.
Desde o último sábado os professores entraram novamente em greve para impedir a votação do projeto de lei enviado por Richa que quer retirar direitos previdenciários dos servidores estaduais.
Para impedir que os trabalhadores derrotem de novo o pacote de ajuste e sigam dando exemplo a outras categorias que também estão sofrendo o impacto dessa política, o governo tucano colocou a polícia para reprimi-los brutalmente. Cerca de 50 pessoas estão feridas, sendo que oito em estado grave. Os professores precisam de toda a nossa solidariedade!
Assinam esta nota:
Juventude Vamos à Luta
Corrente Socialista dos Trabalhadores - PSOL
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Campanha mundial da Anistia Internacional: governo brasileiro, protestar não é crime!
Protesto não é crime
Protestos devem continuar a acontecer nas próximas semanas e o Congresso brasileiro está considerando novas leis que poderiam ser usadas para reprimir os manifestantes. Além disso, regulamentações e treinamentos inadequados para o policiamento de manifestações apresentam um risco de provocar mais ferimentos a manifestantes devido ao uso excessivo da força pela polícia.
Juntos, nós podemos usar nossa liberdade de expressão e enviá-los um aviso. Junte-se a nós e entre em ação agora.
Preencha o formulário ao lado e nós enviaremos o seu nome junto a milhares de outros de todo o mundo.
Para:
Dilma Rousseff, Presidenta da República Federativa do Brasil
Senador Renan Calheiros, Presidente do Congresso Nacional
Excelentíssimos,
Nós demandamos que o governo e o Congresso brasileiro:
A preparação para a Copa do Mundo levou a grandes
manifestações públicas e protestos aos quais a polícia tem respondido
com o uso de força e, em alguns casos, armas "menos letais”, como bombas
de gás lacrimogêneo e balas de borracha.
Protestos devem continuar a acontecer nas próximas semanas e o Congresso brasileiro está considerando novas leis que poderiam ser usadas para reprimir os manifestantes. Além disso, regulamentações e treinamentos inadequados para o policiamento de manifestações apresentam um risco de provocar mais ferimentos a manifestantes devido ao uso excessivo da força pela polícia.
Todas as pessoas têm o direito de protestar de maneira
pacífica – exercer seu direito humano a liberdade de expressão e
manifestação pacífica – e o governo brasileiro tem a obrigação de
garantir que possam exercê-lo. Por isso estamos dando o cartão amarelo
ao governo brasileiro!
Juntos, nós podemos usar nossa liberdade de expressão e enviá-los um aviso. Junte-se a nós e entre em ação agora.
Preencha o formulário ao lado e nós enviaremos o seu nome junto a milhares de outros de todo o mundo.
Para:
Dilma Rousseff, Presidenta da República Federativa do Brasil
Senador Renan Calheiros, Presidente do Congresso Nacional
Excelentíssimos,
Nós demandamos que o governo e o Congresso brasileiro:
- tomem todas as medidas necessárias para garantir o direito a liberdade de expressão e manifestação pacífica, conforme garantido pela Constituição Brasileira e pelas obrigações do país frente à legislação internacional, assim como para garantir a segurança dos manifestantes.
- garantam que a polícia e outras forças de segurança sempre cumpram com a legislação e padrões internacionais para direitos humanos e a aplicação da lei, que definem que o uso da força é permitido apenas quando estritamente necessário e de acordo com o que seja requerido para o cumprimento de suas funções;
- garantam que regulamentações que estejam de acordo com as leis e padrões internacionais sobre o uso da força, incluindo o uso de quaisquer tipos de armas (em particular armas “menos letais”), sejam implantadas sem demoras.
- garantam que a polícia e outras forças de segurança recebam treinamento apropriado e efetivo para policiamento de manifestações de massa.
- implementem mecanismos efetivos de responsabilização para a condução de investigações imparciais de todos os casos onde houver ferimentos ou morte causados pelo uso da força pela polícia ou outras forças de segurança, e que garantam que, em casos de uso desnecessário ou excessivo da força, os responsáveis sejam submetidos a processos disciplinares ou criminais, conforme adequado.
Entre em ação agora - assine clicando aqui
Por que dar-lhes um cartão amarelo?
13 de junho de 2013, São Paulo: um fotógrafo foi atingido por uma bala de borracha enquanto cobria os protestos e perdeu a visão de um olho. 17 e 20 de junho de 2013,
Rio de Janeiro: policiais utilizaram bombas de gás na contenção de
manifestantes em espaços fechados, incluindo hospitais, estações de
metrô e restaurantes. 21 de junho de 2013,
Belém: De acordo com notícias, uma gari municipal de 51 anos morreu um
dia após a polícia supostamente utilizar gás lacrimogênio dentro do
local onde ela e outras pessoas haviam se abrigado durante um protesto. 15 de outubro de 2013,
Rio de Janeiro: policiais utilizaram força desnecessária contra
professores que protestavam pacificamente e detiveram cerca de 200
manifestantes. 2 de janeiro de 2014, São
Paulo: Policiais utilizaram gás lacrimogênio, balas de borracha e
cassetetes contra vários manifestantes abrigados em um hotel. Um
estudante de 27 anos foi espancado por dois policiais; ele teve diversos
ossos quebrados e perdeu quatro dentes. 22 de fevereiro de 2014, São
Paulo: policiais cercaram um grupo de manifestantes pacíficos usando
técnicas conhecidas como “Caldeira da Hamburgo” ou “kettling”
(“chaleira”), levando dezenas deles às delegacias.
© 2014 Amnesty International
terça-feira, 15 de abril de 2014
Eduardo Paes (PMDB), através do GOE/Guarda Municipal, promove barbárie no Rio
GUARDA MUNICIPAL AGE COM TRUCULÊNCIA NO RIO
por Ivan Valente*, no facebookHá cerca de uma hora, na tentativa de calar protesto dos expulsos da Favela da Telerj no Rio de Janeiro, quando fechavam, de forma pacífica, uma das vias da Av. Presidente Vargas, o Grupamento de Operações Especiais (GOE), da Guarda Municipal começou a empurrar os manifestantes, que encurralados resistiram com pedras.
Bombas de gás foram lançadas de dentro do prédio da prefeitura e spray de pimenta usado indiscriminadamente, inclusive em crianças. Houve correria e desespero. Muitas crianças passam mal sob efeito das bombas e spray. Um manifestante foi espancado e detido. Não se sabe ainda para onde foi levado.
A negociação entre os representantes dos moradores da favelinha da Telerj – que foram brutalmente expulsos na última sexta-feira, e a prefeitura, ainda não chegou ao fim.
O Mandato do Dep Ivan Valente repudia toda e qualquer violência policial e se solidariza com todo povo carioca.
#DireitoàMoradia
#NãoàViolênciaPolicial
_____________________
*Ivan Valente é deputado federal (PSOL/SP).
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